domingo, 3 de julho de 2016

Fim


Estamos no fim da linha. Não consigo olhar. Não consigo respirar. Não me deixes partir. Fiquemos a falar por um pedaço. Palavras soltas. Cheias de conteúdo. Vazias de sentido. Nada daquilo fez sentido. Éramos únicos. Os únicos. Todavia, tudo tem um preço. Um preço que pagamos alto. Que nos consumiu. Que fez em cinzas a nossa sinfonia. Aquela que aprendemos a tocar ao ritmo que escrevíamos a nossa história. Acredita. Tentei. Até ao fim da linha. Não me deixes partir, mas, deixa-me ir. Dos meus pensamentos. Dos meus sonhos. Dos meus medos. Deixa-me ir.


Ps.: Olá! Os meus textos vão começar a ser semanais, mais concretamente ao Domingo. Espero que estejam a gostar da minha escrita e que continuem por cá durante muitos e bons momentos.

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